Redação: o guia para redação do Enem e vestibulares

Não é de hoje que uma das provas mais temidas pelos estudantes que vão realizar o Enem ou os vestibulares é a redação. Além de o peso da nota da produção de texto ser alto, as dificuldades são muitas para quem não se prepara. Porém, a boa notícia é que elas podem ser vencidas com disciplina e dedicação!

Para ajudá-lo a encarar o medo dessa prova e ensiná-lo a produzir um texto dissertativo-argumentativo digno de aprovação, preparamos este guia completo sobre o assunto. Então, acompanhe as dicas de redação que vamos trazer e, depois, pratique a escrita com regularidade para alcançar o sucesso!

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Qual a importância da redação no Enem e vestibular?

Saber redigir de acordo com a norma culta, evitando os conhecidos erros de português, e se expressar com objetividade e coerência são pontos fundamentais para qualquer prova: do Enem a uma entrevista de emprego.

No Exame Nacional do ensino médio, a prova de redação vale 1000 pontos — o mesmo que as 45 questões objetivas de cada uma das outras quatro provas (Linguagens, Matemática, Ciências da Natureza e Ciências Humanas). Ao todo, a redação responde por 20% do resultado final do exame.

Como se não bastasse tanta responsabilidade sobre uma prova, muitos cursos privilegiam a nota da redação em seus processos seletivos. Dessa forma, tal parte da avaliação pode dobrar ou triplicar, dependendo da Instituição.

O peso da redação no Enem pode ser assustador, mas, com dedicação e treino, você consegue vencer esse desafio. Quer saber como? Vamos começar apresentando o tipo de texto que geralmente é cobrado nessas provas.

O que é redação dissertativa argumentativa?

São três os tipos textuais que você deve ter estudado no colégio: narrativo, descritivo e dissertativo. Você se lembra? A narração equivale a contar uma história, com os seguintes elementos narrativos: enredo, personagens, ação, tempo e espaço, além de um narrador, que é quem conta os fatos.

A descrição é a enumeração de qualidades e características de um ser, um objeto ou um lugar e, por fim, a dissertação se configura como uma exposição sobre um tema.

Veja breves exemplos sobre o assunto “casamento”:

  • narração: a noiva se atrasou e fez os convidados esperarem. Após a cerimônia, todos se divertiram na festa;
  • descrição: que lindo era o vestido da noiva! Repleto de rendas e pequenas pérolas brancas contornando a barra de uma longa cauda rendada;
  • dissertação: a cerimônia de casamento é realizada por um juiz de paz ou um celebrante. Nessa ocasião, os noivos trocam juras de amor eterno na presença de amigos e familiares.

Consegue perceber como o tom e o objetivo de cada parágrafo difere em relação ao outro? O foco do trecho narrativo é contar o que aconteceu; o do descritivo é se ater a detalhes (no caso, do vestido da noiva); e o do dissertativo é argumentar sobre a forma como a cerimônia acontece.

Portanto, na hora da prova, nada de contar histórias ou dedicar a maior parte do texto à descrição de alguma situação, embora esses dois tipos textuais possam constar na sua redação em forma de um argumento.

O tipo textual efetivamente cobrado na prova de redação do Enem é o dissertativo-argumentativo, o que também é geralmente pedido pelas bancas de vestibulares. Veja o que significa cada um desses termos:

  • dissertação: como falamos acima, é a exposição a respeito de determinado tema. Por isso, o estudante precisa demonstrar que tem conhecimento do assunto sobre o qual está falando;
  • argumentação: é a defesa de um ponto de vista. É preciso demonstrar argumentos (fatos, opiniões, dados etc.) que sustentem uma tese e levem a uma conclusão.

Logo, o texto dissertativo-argumentativo é aquele em que o candidato seleciona argumentos sobre o tema com o objetivo de convencer o leitor do seu posicionamento.

Qual é a estrutura do texto dissertativo-argumentativo?

Geralmente, o texto dissertativo-argumentativo se estrutura em três ou quatro parágrafos: o primeiro introduz o tema, o parágrafos intermediários desenvolvem os argumentos e o último apresenta a conclusão — sendo o fechamento da discussão.

É importante que os parágrafos mantenham uma relação entre si, dando continuidade ao que está sendo tratado no texto — ou seja, sejam coerentes. Aprenda, com exemplos, a redigir cada parte da redação dissertativo-argumentativa.

Como fazer introdução?

O tema da redação do Enem 2018 foi este:

“Manipulação do comportamento do usuário pelo controle de dados na internet”

Para começar, precisamos pensar na tese, ou seja, na posição que defenderemos. Após ler os textos-base, você pode ir fazendo anotações e lembretes a respeito do que colocará na sua produção, para depois encadear os pontos-chave. Por isso, é importantíssimo elaborar, primeiro, um rascunho e só depois, com o texto já mais estruturado, partir para a folha de redação.

Para esse exercício, vamos supor que esses passos já foram colocados em prática e que estamos na versão final do texto. Então, na introdução da redação, podemos falar que existe manipulação do comportamento do usuário e como isso afeta a vida das pessoas — que estão sujeitas a fornecer dados e serem expostas em função disso.

É importante, nesse momento, trazer uma referência que norteará a discussão. No exemplo abaixo, o candidato optou por falar sobre uma série norte-americana que tem muita afinidade com o tema da redação:

A série britânica “Black Mirror” é caracterizada por satirizar a forma como a tecnologia pode afetar a humanidade. Dentre outros temas, o seriado aborda a influência dos algoritmos na opinião e no comportamento das personagens. Fora da ficção, os efeitos do controle de dados não são diferentes dos da trama e podem comprometer o senso crítico da população brasileira. Assim, faz-se pertinente debater acerca das consequências da manipulação do comportamento do usuário pelo controle de dados na internet.

Outra sugestão é ilustrar o ponto de vista com um caso real, noticiado pela mídia, ou fundamentá-lo com uma frase ou pensamento de algum autor relevante para o assunto. Depois, é só “destrinchar” nos parágrafos seguintes, trazendo mais informações e dados.

Como elaborar o desenvolvimento?

Nesta parte, que pode ser composta por até três parágrafos, o candidato precisa expor os argumentos que fundamentam o ponto de vista. Por exemplo, se você propõe que existe o controle de dados na internet, de que forma é possível provar isso?

São inúmeras as opções, que vão depender da bagagem cultural que o candidato tem à disposição para acionar. Ficar preso aos argumentos dos textos motivadores inviabiliza a nota máxima na redação. Isso significa que, se você ficar restrito aos dados apresentados pela prova, sem trazer nenhuma novidade, sua nota não será alta. Você pode sim fazer uso de alguns deles, mas é preciso ir além, o que definirá a sua autoria sobre o texto.

Leia o trecho a seguir e veja como pode ser desenvolvido um parágrafo argumentativo:

Ademais, é importante destacar que grande parte da população não tem consciência da importância da utilização, de forma correta, da internet, visto que as instituições formadoras de conceitos morais e éticos não têm preconizado, como deveriam, o ensino de uma polarização digital”, como faz o projeto Digipo (“Digital Polarization Iniciative”), o qual auxilia os indivíduos a acessarem páginas comparáveis e, assim, diminui, o compartilhamento de notícias falsas, que, muitas vezes, são lançadas por moderadores virtuais. Nesse sentido, como disse o empresário Steve Jobs, “A tecnologia move o mundo”, ou seja, é preciso que medidas imediatas sejam tomadas, a fim de que a internet possa ser usada no desenvolvimento da sociedade, ajudando as pessoas a se comunicarem plenamente.

O candidato se vale de um exemplo, — o projeto Digipo —, e de uma fala do fundador da Apple, — uma das maiores empresas de tecnologia do mundo —, para afirmar que as pessoas não sabem como se comportar na internet. A partir disso, ele dá segmento, mostrando que esse mau uso atrapalha a boa comunicação entre elas.

Como fazer conclusão?

Para finalizar o texto, um parágrafo é suficiente, mas esse modelo não é obrigatório. Há quem precise de dois — o que não é um problema. No Enem, há ainda a proposta de intervenção exigida pela prova, que costuma estar incluída no trecho de fechamento — mas não se preocupe, falaremos sobre essa proposta daqui a pouco!

Por enquanto, entenda que o texto precisa ser finalizado retomando os principais pontos trabalhados, sem inserir novos argumentos. Se possível, faça um link com o início do texto, fechando o raciocínio. Confira um exemplo de conclusão:

Infere-se, portanto, que o controle do comportamento dos usuários possui íntima relação com aspectos educacionais e econômicos. Desse modo, é imperiosa uma ação do MEC, que deve, por meio da oferta de debates e seminários nas escolas, orientar os alunos a buscarem informações de fontes confiáveis como artigos científicos ou por intermédio da checagem de dados, com o objetivo de estimular o senso crítico dos estudantes e, dessa forma, evitar que sejam manipulados. […]. Assim, observar-se-ia uma população mais crítica e menos iludida.

Na conclusão, demonstre a sua intenção de fechar a dissertação, acrescentando os conectivos adequados (portanto, em síntese, assim, dessa forma etc.).

Não se preocupe com vocabulário mais erudito ou estrutura sintática elaborada. Todos esses exemplos foram transcritos de redações nota mil do Enem 2018 e, como é possível perceber, é possível se sair bem utilizando uma linguagem não tão complexa!

Agora que você já conhece as partes estruturais da redação, aprenda a estudar para essa prova do Enem e de outros vestibulares!

Como estudar para a redação do Enem?

Quem está começando a se preparar para o Enem deve introduzir em sua rotina de estudos o hábito de fazer pelo menos uma redação por semana. Se quiser ir bem nessa prova, não adianta só ler sobre o assunto: você precisa colocar o que sabe em prática, avaliando suas capacidades em relação à escrita e ao tempo de que dispõe.

O primeiro passo é consultar o Manual de Redação do Enem. Nele, o candidato encontra todas as informações que o Instituto Anísio Teixeira (Inep), que é o órgão responsável pela realização do Enem, disponibiliza para garantir uma nota mil na redação: como os textos são avaliados em cada uma das cinco competências e exemplos de redações com nota máxima de edições anteriores.

Para estudar para a prova, é preciso, antes de tudo, saber como redigir o texto, ou seja, o que os avaliadores esperam encontrar na redação que você vai apresentar. É importante ter em mente que as competências são avaliadas em 200 pontos cada, nos seguintes seis níveis:

  • zero — 0;
  • 40 pontos — 1;
  • 80 pontos — 2;
  • 120 pontos — 3;
  • 160 pontos — 4;
  • 200 pontos — 5.

O nível 0 corresponde ao não atendimento da competência. No caso do 2, ela desclassifica o candidato, caso ele não atenda ao tipo textual solicitado. O nível 5 é atribuído à nota máxima, em que as competências foram plenamente cumpridas. Veja, a seguir, quais são elas!

1. Demonstrar domínio da norma culta da Língua Portuguesa

A primeira competência avaliada corresponde ao uso da norma culta. Os corretores verificam se o texto foi construído com uma estrutura sintática correta e se há presença de desvios relacionados a:

  • acentuação;
  • ortografia;
  • pontuação;
  • uso de maiúsculas e minúsculas;
  • regência e concordância verbal e nominal;
  • crase;
  • colocação pronominal.

O texto não deve conter marcas de linguagem oral, (“tá”, por exemplo), nem gírias ou internetês (linguagem do mundo online). Atenção ainda à legibilidade da letra: não precisa ser bonita, mas deve ser legível! Faça parágrafos com recuo bem demarcado.

2. Compreender a proposta de redação e demonstrar conhecimento sobre o assunto

Se você receber nota zero nesta competência, provavelmente o todo será prejudicado, o que leva à impossibilidade de participar do Sisu e do Prouni, além de processos seletivos de instituições que usam a nota do Enem como critério parcial. Logo abaixo voltaremos à questão da nota insatisfatória no quesito tipo textual.

O importante é redigir um texto conforme demonstramos acima, com introdução, desenvolvimento e conclusão. Nem pense em fazer uma narrativa ou um relato pessoa, ou o zero será certeiro! Então, siga bem o que é proposto e aplique conceitos de diferentes áreas do conhecimento pra desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Portanto, as três partes do texto devem estar presentes e proporcionais. Imagine uma introdução com 10 linhas e o desenvolvimento com 5? Fica incoerente, gastar mais espaço introduzindo um tema do que desenvolvendo-o, concorda? Dessa forma, a maior parte do texto é preenchido pelo desenvolvimento.

As informações, citações e fatos usados como argumento também são avaliados aqui, mas não em termos de qualidade. O corretor verifica se houve ou não utilização de conhecimento de outras áreas para sustentar a argumentação. Textos que se baseiam apenas no repertório fornecido pela proposta da redação não costumam passar de nota 120.

3. Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista

Agora, sim! Os argumentos que você selecionou estão em ordem? Relacionam-se entre si e com o tema? É isto que se espera de um texto no nível 5 desta competência: uma argumentação coerente, organizada, que defenda um ponto de vista configurando autoria.

4. Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação

A coesão do texto é o ponto central da Competência 4. O candidato precisa demonstrar que construiu um texto bem estruturado, com princípio, meio e fim, cujas partes (palavras, períodos e parágrafos) estejam relacionadas entre si.

Para isso, é preciso usar elementos coesivos de retomada (pronomes, advérbios, elipse, hiperônimos, sinônimos e outros) e de conexão (preposições e conjunções) dentro dos parágrafos e entre eles.

5. Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos

Este é o diferencial da redação do Enem em relação a outros processos seletivos (vestibulares e concursos de modo geral): é obrigatório apresentar uma solução para resolver o problema que foi discutido no texto.

Não há necessidade de elaborar uma solução muito original, até porque você não tem tempo nem espaço para isso. O avaliador espera que o candidato indique ações que poderiam ser realizadas, seja pelos órgãos públicos, seja pela escola e pela família, e a forma como a solução seria aplicada. Veja um exemplo para ficar mais claro:

[…] as grandes redes sociais, interessadas na plenitude de seus usuários, precisam restringir o uso indevido de dados privilegiados. Tal ação é viável por intermédio da restrição do acesso, por parte de entidades políticas, aos algoritmos e informações privadas de preferências pessoais, objetivando proteger a privacidade do indivíduo e o exercício da democracia plena. […]

A proposta de intervenção geralmente vem no último parágrafo, mas nada impede de aparecer em outra parte do texto. Basta manter a coerência.

Como se atualizar em relação aos temas?

Você tem o hábito de ler notícias e artigos de opinião ou ouvir podcasts? Se a resposta for não, pare agora mesmo e se pergunte: de onde sairão as informações de que você precisa colocar na prova se você não for buscá-las?

Leia bastante, mas não fique preso a notícias de redes sociais. Procure a fonte original, em grandes portais ou sites especializados. Faça do momento de leitura um exercício diário, assim você vai conseguir acompanhar as discussões mais importantes e se posicionar com segurança na hora da prova.

Atenção! Não se trata de “adivinhar” o tema da redação! Muito além disso, estar por dentro de temas da atualidade enriquece seus conhecimentos e permite que discuta sobre diferentes assuntos com convicção.

Qual a diferença da redação para o Enem e para outros vestibulares?

O grande diferencial da redação do Enem é a Competência 5 explicada acima. A proposta de intervenção é quase que uma exclusividade do Enem, pois raramente é cobrada de forma explícita em outros concursos. O que ocorre é que o candidato pode sugerir a resolução do problema na sua conclusão — e não será penalizado por isso.

Quais as melhores dicas para conseguir uma nota alta?

Conseguir alcançar a nota máxima na redação não é impossível, mas passa perto! Em 2018, apenas 52 candidatos, — dos mais de 5 milhões inscritos —, conseguiram essa proeza. Porém, isso não é motivo para desânimo, porque, treinando bastante e da forma correta, você pode atingir uma nota boa, suficiente para ingressar na faculdade que deseja.

Ainda que seja difícil elaborar uma redação nota mil, essa modalidade da prova só vai tirar você da concorrência se a nota for zero. Para participar dos programas de bolsa do governo federal, é preciso não ter zerado a redação, além de obter pelo menos 400 pontos nas outras provas.

Siga a estrutura da redação do Enem e faça uma revisão cuidadosa para verificar se não ficou nenhum período truncado, se não faltaram acentos ou vírgulas e se, enfim, está tudo certinho como deveria. Cuidado para não riscar o texto todo na hora de fazer a revisão! Rasuras são aceitas, mas com moderação e sem atrapalhar a legibilidade da sua redação, certo?

Quais são os erros mais frequentes na redação?

O pior erro que pode acontecer na redação é zerar a prova! Em 2018, mais de 100 mil candidatos fizeram isso por vários motivos.

O que zera a prova?

Alguns pontos precisam ser bem observados porque podem colocar tudo a perder, mesmo que todos os outros estejam bem alinhados! Não há perdão para candidatos que apresentarem redação:

  • com menos de 7 linhas;
  • com desenhos, palavrões ou qualquer parte desconectada — lembra da redação do miojo? Se o caso ocorresse hoje, ela seria zerada;
  • fora do tema;
  • em outro tipo textual;
  • com identificação — nome, assinatura;
  • com letra ilegível.

Lembre-se ainda que, se copiar partes da prova ou da proposta, o trecho transcrito será desconsiderado para fins de correção. Além disso, outros erros de redação cometidos pelos candidatos têm a ver com a falta de:

  • preparação adequada, incluindo treinamento com escrita e reescrita de textos para identificar e sanar os problemas;
  • conhecimentos gerais, o que prejudica o desenvolvimento dos argumentos;
  • organização do tempo na hora da prova — como deixar para passar a limpo nos últimos minutos.

Sendo assim, organize-se desde já, separe um tempo para treinar a redação e ler jornais e sites, a fim de ficar inteirado sobre os temas. Faça simulados cronometrando os minutos gastos para elaborar o rascunho e depois passar o texto para a folha de prova.

Como perder o medo de escrever e encarar o desafio?

Curioso para saber como perder o medo de escrever? É muito simples: escrevendo! É comum que tenhamos a sensação de pavor em variadas situações. Inclusive, há pessoas que sentem isso diante de um papel em branco esperando para ser preenchido, sabendo que o texto será não só lido, mas avaliado por um corretor.

É possível que você enxergue a escrita como algo desafiador, mas com a prática, sua visão pode mudar. Nas primeiras tentativas, o texto pode até não ficar como o esperado, mas, ao aplicar progressivamente os seus conhecimentos, os bons resultados aparecerão. Então, escolha um tema de redação toda semana e mãos à obra!

Já se sente mais confortável para dar início ao projeto redação nota 1.000? Não se esqueça que esse é o primeiro passo para que você consiga ingressar em uma faculdade de qualidade e conquistar aquela tão sonhada bolsa, combinado? Como seus amigos também merecem ficar por dentro dessas dicas, compartilhe agora mesmo este conteúdo nas suas redes sociais!

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