As 8 melhores técnicas de estudo para mandar bem nas provas

mulher conferindo no sofá quais as melhores técnicas de estudo

Quando chega o ano de vestibular, a maioria dos estudantes entra em pânico por achar que não vai dar tempo de estudar tudo até o dia das provas. Porém, temos uma ótima notícia: com um planejamento e a adoção de algumas das melhores técnicas de estudo é possível absorver as matérias com qualidade e eficácia.

A ideia é simples. Você vai organizar a sua rotina para estudar sozinho, por meio de metodologias técnicas e efetivas, que resolvem a maioria dos problemas relacionados à produtividade:

  1. Estudo intercalado;
  2. Mapa mental;
  3. Fichamentos e resumos;
  4. Testes práticos;
  5. Autoexplicação;
  6. Interrogação elaborativa;
  7. Construção de tabelas;
  8. Prática distribuída ou Pomodoro.

Antes de falarmos sobre elas, lembre-se apenas de que o mais importante não é a quantidade de horas estudadas, mas a qualidade do estudo na associação do conteúdo. Combinado? Então, vamos começar!

1. Estudo intercalado

Também conhecida como estudo intervalado, essa técnica prevê a elaboração de um plano de estudos em que as matérias a serem revisadas são distribuídas em metas diárias — uma espécie de rotação de disciplinas. De acordo com um estudo publicado na revista científica Psychological Science in the Public Interest, essa é uma das melhores metodologias de aprendizado.

O grande segredo está em intercalar os conteúdos de Humanas com os de Exatas, como Língua Portuguesa seguida de Física, ou combinando História e Matemática. Assim, além de descansar o cérebro em relação às matérias, você se organiza diariamente e não deixa acumular nada para a véspera das provas.

2. Mapa mental

Se você precisa organizar melhor suas ideias, os mapas mentais são a melhor estratégia para memorizar os conteúdos. Aqui, no entanto, o processo é tão efetivo quanto o resultado. Logo, não adianta pegar nenhum mapa mental pronto na internet ou com um colega, certo?

Isso porque o material só funciona dentro das relações que o seu próprio cérebro faz sobre os conceitos, as palavras-chaves e as imagens adicionadas nos anagramas e nos esquemas com setas. Lembre-se de escolher um tema sólido e objetivo e, a partir dele, ramificar todos os pontos importantes. Conte com a ajuda de uma folha limpa e de materiais escolares coloridos, como canetas, marca-textos e lápis de cor!

3. Fichamentos e resumos

Os velhos e bons fichamentos ainda são bastante úteis quando precisamos estudar algum conteúdo para termos um bom resumo para estudar para a prova. Nesse sentido, também é interessante aprender essa técnica, pois muitos professores pedem que os estudantes fichem matérias, capítulos e outros textos na faculdade, por exemplo.

Para que você elabore um fichamento de qualidade, é importante ter em mente uma síntese esquemática. Além de descobrir os principais pontos do conteúdo, reorganize as informações de modo que elas possam ser lidas com clareza mais tarde e, se preferir, escreva-as com suas próprias palavras — o que ajuda muito a fixar o conhecimento.

4. Testes práticos

Os autores do mesmo estudo da revista Psychological Science in the Public Interest que citamos no início do post descobriram que essa técnica é mais eficiente que qualquer outra pesquisada. Isso mostra o quanto é importante adotar uma atitude simples no dia a dia de estudos: testar seus conhecimentos realizando exercícios, de preferência aqueles autênticos, de provas anteriores.

A metodologia é eficiente, pois faz com que você não só revise a matéria, como também se familiarize com a estrutura do exame. Assim, é possível ter uma ideia do rendimento em relação ao tempo gasto em cada questão, por exemplo, fazendo com que a prática constante otimize os seus resultados.

Entretanto, há um último fator que faz toda a diferença — conferir o gabarito ao final e aprender algo com ele. Isso é essencial para que você descubra seus pontos fracos e tire suas dúvidas sobre o que errou. No Trilha do Enem você faz simulados, além de assistir videoaulas das disciplinas. Uma ajuda e tanto, não é verdade?

5. Autoexplicação

Outra ação bastante útil na fase de aprendizado é a autoexplicação. A ideia é memorizar e compreender a matéria para que o estudante seja capaz de explicar para si mesmo o conteúdo, como se estivesse dando uma aula de verdade. Aqui você pode combinar outras técnicas — como a dos mapas mentais — para ajudar na organização dos argumentos.

Se você gosta de estudar em grupo, a metodologia é ótima, uma vez que mais pessoas podem se beneficiar da explicação. Porém, caso sua timidez ainda seja um fator impeditivo, falar sozinho é o melhor caminho! Caso prefira, pode gravar sua voz para ouvir depois ou, então, apenas converse consigo mesmo em frente ao espelho.

6. Interrogação elaborativa

Os aspirantes a jornalistas já trazem consigo aquele hábito de fazer perguntas sobre tudo. E é por meio das perguntas básicas de um repórter — o lide — que você vai levantar todas as informações necessárias sobre a sua matéria:

  • Quem?
  • Quando?
  • O quê?
  • Onde?
  • Como?
  • Por quê?

Por meio dessas questões simples, compreendemos melhor qualquer situação, conceito ou matéria a ser estudada. Uma boa dica é utilizar essa técnica para estudar História, por exemplo! Dessa forma, você realmente entende os acontecimentos importantes, em vez de apenas decorar nomes e datas.

7. Construção de tabelas

Dentro do mesmo esquema do mapa mental, também dá para produzir ótimas tabelas para fixar conteúdos e organizar ideias — principalmente se você tem uma boa memória visual. Com elas, é possível dividir várias informações em colunas e linhas, desde as palavras-chaves de conceitos até as suas descrições, organizando o conhecimento de forma sistemática e com possibilidade para interconexões.

8. Prática distribuída ou Pomodoro

Existe uma técnica muito famosa, criada por Francesco Cirillo, chamada Pomodoro. Ela consiste em dividir qualquer atividade longa (como um dia de trabalho ou uma rotina de estudos) em pequenos blocos.

O propósito é aumentar a concentração e a produtividade, uma vez que o nosso cérebro tende a ficar disperso depois de muito tempo focado em uma mesma coisa. Portanto, o Pomodoro consiste na prática distribuída, que nada mais é do que evitar estudar o mesmo conteúdo por um período muito longo de tempo.

Então, coloque o cronômetro para funcionar e, ao final de cada bloco de 25 minutos, por exemplo, reserve alguns minutinhos para descansar e refrescar a cabeça. Depois desse pequeno intervalo, é hora de encarar mais um bloco de 25 minutos e seguir assim até concluir o seu ciclo de atividades.

Como você notou, são muitas as opções entre as melhores técnicas de estudo. Por isso, encontre aquelas que são mais apropriadas para o seu dia a dia e as que serão mais efetivas para o seu perfil de estudante. Uma boa ideia é fazer testes e intercalar os diferentes métodos para identificar os que geram mais resultados nos seus estudos.

Agora que você já conhece as melhores formas de estudar, que tal dividir as dicas com os seus amigos? Compartilhe este post nas suas redes sociais e descubra como eles estão estudando!

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