7 desafios enfrentados nas universidades federais no dia a dia

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Muitas pessoas acreditam que a universidade pública é a melhor opção para alavancar a carreira, mas acabam se decepcionando quando ingressam em universidades federais ou estaduais. É que, atualmente, o setor enfrenta problemas graves, que prejudicam a formação do aluno.

A verdade é que quem vê a graduação como um meio para ser contratado por uma empresa ou para passar em um concurso público terá sérios obstáculos aos seus objetivos. Em ambos os casos, os critérios de contração estão cada vez mais rigorosos, e não dá para simplesmente ter o diploma, sem uma experiência adequada de aprendizado.

Logo abaixo, listamos 7 obstáculos da graduação no segmento público e explicamos por que uma faculdade particular pode ser uma boa escolha. Continue a leitura e tenha uma visão mais abrangente sobre o seu futuro profissional!

O que é universidade federal?

A universidade pública, geralmente, é uma autarquia federal, estadual ou municipal que recebeu a tarefa de prestar o serviço de educação superior. Isso significa que se trata de uma organização com gestão e patrimônio próprios, podendo tocar o dia a dia sem a intervenção direta dos governos.

No Brasil, segundo o Censo da Educação Superior de 2018, existem 299 instituições de Ensino Superior público, entre institutos, centros universitários, faculdades e universidades. Ao todo são 110 federais, 128 estaduais e 61 municipais, o que representa 11,8% das instituições nacionais e deixa a maior fatia para as organizações privadas com 2.238.

Quais são os desafios enfrentados pelos alunos?

Os alunos de universidades públicas sofrem principalmente com as dificuldades de gestão desses estabelecimentos. Isto é, as autarquias de educação superior não conseguem se atualizar em relação às práticas, à infraestrutura e à tecnologia. Veja 7 desafios comuns em instituições públicas!

1. Greves constantes

O primeiro grande desafio é a indisponibilidade do serviço de ensino. Devido a uma série de fatores, como estabilidade dos cargos, insatisfação dos profissionais e falta de concorrência no setor, quase todos os anos, as universidades públicas passam por greves. E os exemplos são fartos:

Em 2019, as paralisações ocorreram em diversas localidades, devido ao anúncio de suspensão de verbas para o setor. Ademais, cresce as chamadas greves estudantis, ou seja, realizadas pelos próprios alunos, como recentemente em Santa Catarina.

2. Falta de infraestrutura

O setor público enfrenta dificuldades para manter as contas em dia em todas as esferas. A consequência é não acompanhar as necessidades de investimento e nascerem deficiências na infraestrutura dos cursos. Para você ter uma ideia, hoje, 85% dos gastos das universidades federais se destinam à folha de pagamento.

3. Falta de recursos diversos

Se faltam recursos para infraestrutura, faltam também para outras áreas, como pesquisas, atendimento ao aluno, contratos com terceirizados (serviços de segurança e limpeza), falta de materiais em laboratórios etc.

4. Docentes menos especializados no mercado de trabalho

Os quadros das universidades públicas são compostos quase na totalidade (86,3%) por profissionais em tempo integral. Isto é, a faculdade federal dificilmente mescla os docentes com pessoas que têm participação ativa no mercado de trabalho.

Nesse sentido, o aluno que não tem tanto interesse na área acadêmica e vê a faculdade como uma forma de melhorar de vida pode se frustrar, com pouca abordagem de casos práticos e situações concretas nas aulas.

5. Pouco foco dos estudos no mercado de trabalho

Também é comum que a universidade estadual e a federal não priorizem a formação para o mercado de trabalho, especialmente para trabalhar em empresas. É que, diferentemente das particulares, que precisam entregar o retorno do investimento ao aluno, o setor público não depende do contratante para continuar existindo.

Um exemplo é o das greves. Se uma faculdade particular perde um semestre inteiro com paralisações, os alunos tendem a se transferir e/ou buscar os direitos contratuais na justiça. Já as universidades públicas mantêm uma rotina de atrasos, sem que exista muito o que os estudantes possam fazer.

Nesse sentido, também não existe nenhuma necessidade de alinhamento com o que está acontecendo no mercado. Ainda que hoje as empresas busquem profissionais que saibam aliar teoria e prática, tenham competências de relacionamento interpessoal e estejam integrados à tecnologia, o setor público pode manter o foco em uma formação mais acadêmicas.

6. Sistemas de ensino desatualizados

O foco da universidade federal e estadual ainda é o ensino presencial. Modalidades importantes como a educação a distância, o semipresencial e, mas recentemente, a graduação flex ainda não têm peso nas instituições públicas.

Há, portanto, um distanciamento necessidades dos alunos brasileiros. Trabalhar durante a faculdade, até para arcar com os custos, é algo natural para os estudantes do País, e metodologias diferenciadas contribuem para que as pessoas consigam obter o diploma.

7. Processos burocráticos no dia a dia

A organização interna de uma universidade pública segue o modelo das repartições brasileiras. A ênfase está em processos, formalidades e ritos, em detrimento da entrega de valor para o destinatário. Logo, os alunos enfrentam grande burocracia para resolver problemas e fazer requerimentos junto às instituições.

Por que considerar uma faculdade particular?

Em comparação com a universidade pública, as instituições particulares apresentam uma gestão mais profissional e centrada na entrega de valor para o destinatário. Afinal, a existência da faculdade privada depende do retorno para os alunos.

Ademais, o segmento vem investindo em qualidade de ensino. Nos últimos dez anos, por exemplo, a presença de profissionais com doutorado dobrou, e hoje cerca de um em cada quatro profissionais (25,5%) tem o grau acadêmico máximo.

Vale ressaltar que o foco no consumidor também se reflete nas mensalidades. Você pode usar o campo de busca do Vestibulares para verificar os valores na sua cidade e estado, a fim de comprovar a mudança no custo-benefício do curso de graduação.

Outra questão importante é que, tanto por Enem como pelo vestibular, existem oportunidades para quem não tem condições financeiras. Você pode usar a nota do Enem no Prouni e no FIES ou buscar uma opção de crédito e bolsa privados.

Na verdade, os benefícios nunca foram tão difundidos nas universidades. Para se ter uma noção, 46,8% dos alunos matriculados na faculdade particular contam com alguma bolsa, crédito ou desconto, também com base em dados oficiais.

Sendo assim, agora que você já conhece as principais dificuldades de fazer uma universidade pública, não deixe de procurar alternativas. Como visto, as faculdades particulares apresentam boa qualidade de ensino e opções mais flexíveis para conquistar o seu diploma.

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