Faculdade de Engenharia Elétrica: por que é uma boa ideia?

Sabe aquele pavor que temos quando, por algum motivo, a energia acaba em casa? Pode até parecer exagero, mas você certamente já se sentiu sem rumo em situações como essa, não é mesmo? Ligar um interruptor, carregar o smartphone, assistir televisão: todas essas ações têm, por trás, o trabalho do Engenheiro Eletricista — profissão desafiadora, mas que atrai cada vez mais pessoas, devido às amplas possibilidades de carreira e ao bom retorno financeiro. Por isso, neste conteúdo, falaremos especificamente sobre a faculdade de Engenharia Elétrica!

Se você quer ingressar no ensino superior e potencializar suas oportunidades no mercado de trabalho, mas ainda não se decidiu sobre qual curso fazer, continue com a gente. A seguir, mostraremos por que a faculdade de Engenharia Elétrica é uma boa ideia, o que faz o profissional da área, entre outras informações importantes. Vamos acompanhar?

Como é a faculdade de Engenharia Elétrica?

Como o próprio nome já indica, a faculdade de Engenharia Elétrica faz parte do segmento de engenharias e estuda especificamente a aplicação da eletricidade, a eletrônica e o eletromagnetismo nas mais diversas áreas de desenvolvimento. Esses são fatores que movem o mundo — permitindo o funcionamento de indústrias e empresas, o uso da tecnologia, o conforto da sociedade etc.

O início do estudo da energia elétrica começou ainda no século XIX, e os nomes de destaque, como Georg Ohm e Michael Faraday, desenvolveram aplicações e focos diferentes para o segmento, conforme o avanço da tecnologia. Por isso mesmo, são muitas as possibilidades de atuação para o engenheiro eletricista, como veremos ao longo do conteúdo.

O que faz um Engenheiro Eletricista?

O engenheiro eletricista é nada mais nada menos que o responsável por planejar, construir e garantir a manutenção de sistemas de geração e distribuição de energia elétrica. Uma das suas principais atribuições é levar a eletricidade a toda a população com segurança e qualidade.

Além disso, é ele quem cuida do desenvolvimento de equipamentos e circuitos elétricos, de acordo com a ênfase escolhida durante a graduação. É interessante aproveitarmos para ressaltar, aqui, que gostar de tecnologia, matemática e física são pontos a mais que facilitam a carreira do Engenheiro Eletricista, junto ao interesse por solucionar problemas.

Como é o mercado atual para a área?

Temos boas notícias: o mercado de trabalho para a área da Engenharia Elétrica é bastante atraente e aquecido. Com as grandes obras de infraestrutura, os investimentos em sustentabilidade para o estudo e descoberta de fontes renováveis e o boom do segmento de telecomunicações — por exemplo, temos mais smartphones que habitantes no mundo —, a demanda por profissionais capacitados se tornou crescente e contínua.

O melhor é que a faculdade de Engenharia Elétrica tem um currículo bastante amplo, permitindo que o estudante entenda um pouco de tudo e escolha, posteriormente, a área na qual que deseja ingressar. Isso já é bastante vantajoso para garantir a empregabilidade do Engenheiro Eletricista, uma vez que ele sempre será visado pelas empresas.

Quais são as vantagens da Faculdade de Engenharia Elétrica?

Gostou de saber o que faz um Engenheiro Eletricista e se animou com as perspectivas de mercado? Então, chegou a hora de entender como funciona a graduação em Engenharia Elétrica e por que ela é tão vantajosa. Veja os motivos abaixo!

Possibilidades de atuação diversas

Lembra que comentamos que o mercado para o Engenheiro Eletricista é bem movimentado? Entre os contratantes que buscam os serviços desse profissional estão as usinas, empresas de telecomunicações, construtoras, indústrias, linhas de transmissão etc.

Quanto às possibilidades de atuação, essas também são variadas. A seguir, preparamos uma lista com algumas das áreas nas quais o engenheiro eletricista é solicitado:

  • construção civil — projetando os circuitos elétricos necessários para as obras, elaborando plantas de geração de energia e definindo os recursos a serem usados;
  • telecomunicações — construindo e mantendo o funcionamento de sistemas de telefonia e transmissão de dados, podendo, também, atuar na fabricação de aparelhos;
  • eletroeletrônica — desenvolvendo sistemas e componentes eletrônicos que permitem o funcionamento de equipamentos de uso doméstico ou industrial;
  • automação — elaborando estruturas de automação para indústrias, fazendo adaptações na planta elétrica dos edifícios para a implantação dos sistemas automatizados;
  • fornecimento de energia elétrica — trabalhando na criação de hidrelétricas e usinas, utilizando os conhecimentos que têm para contribuir em sistemas de armazenamento e redes de transmissão.

Outras possibilidades incluem microeletrônica, instrumentação e sistemas biomédicos. Ou seja, ficar parado não é uma opção para o Engenheiro Eletricista.

Lembrando que, para exercer a profissão, além do diploma da faculdade de Engenharia Elétrica, o profissional deve solicitar e conseguir seu registro no Conselho Regional de Engenharia (CREA).

Grade curricular dinâmica

Quem opta pela faculdade de Engenharia Elétrica deve estar preparado para lidar com a quebra de rotina. Isso porque a grade curricular do curso é muito dinâmica, começando com o estudo de conteúdos-chave, como Matemática, Cálculo, Física, Geometria, Química, entre outras que colaboram com a capacidade de raciocínio e resolução de problemas.

No entanto, como se trata de um segmento da engenharia com possibilidades diversas, também compõem a estrutura do curso matérias no segmento de sustentabilidade, ética, ecologia etc. Nos dois primeiros anos de curso, — considerando que a duração do curso de graduação é de, em média, 5 anos —, a formação visa reforçar a parte teórica. Em seguida, começam a ser introduzidas as disciplinas voltadas para diferentes áreas de interesse.

Claro que essa grade curricular varia de acordo com a faculdade: umas oferecem o curso com ênfase em diferentes matérias ou até mesmo com nomenclaturas distintas. Outras, ofertam a Engenharia Elétrica no geral, com disciplinas optativas focadas em habilitações específicas, como robótica e automação, telecomunicações, entre outras.

Curso voltado para a prática

Além das disciplinas teóricas ministradas nas fases iniciais do curso, a formação em Engenharia Elétrica é bastante voltada para a prática. Ao longo da graduação, se tornam mais frequentes o número de aulas experimentais realizadas em laboratórios, por isso, optar por uma faculdade com boa infraestrutura é uma dica que não poderia ficar de fora.

Esse aprendizado por meio da prática assegura que o profissional esteja apto para lidar com as demandas do mercado, portanto, se você é desses que gosta de colocar a mão na massa, atuar na montagem de sistemas e criar soluções, encontrará bastante facilidade no curso.

Com todas essas vantagens, ficou claro como a faculdade de Engenharia Elétrica é uma opção interessante, não é mesmo? Promissora, a área apresenta amplas possibilidades de atuação — permitindo que você escolha aquela que mais se alinha aos seus objetivos pessoais e de carreira, afinal, a valorização profissional é um aspecto muito importante e que jamais deve ser deixado de lado na escolha de um curso superior.

Bom, agora que você já tem uma opção de curso em mãos, chegou a hora de estudar para o vestibular rumo à aprovação. Aproveite que está aqui e veja nosso próximo artigo com as melhores dicas para passar no ENEM!

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